Organização dos professores do sector intelectual de Lisboa do PCP




0 comments


Aritméticas…deste governo

0 comments

As dificuldades que o país atravessa e o continuado agravamento da situação social são, sem dúvida, provocados por uma política que está empenhada em destruir todos os direitos sociais, económicos e políticos que o povo português tinha alcançado com o 25 de ABRIL.

Se olharmos para o que se passa na Administração Pública, vemos que é neste sector que os ataques da política deste governo se fazem sentir com mais intensidade, e particularmente na Saúde e no Ensino.

Por todo o país fecham hospitais, centros de saúde e serviços de urgência. Por todo o país se fazem ouvir manifestações protestando contra esta ofensiva que prejudica essencialmente as populações mais carenciadas. E, pelas notícias que vamos ouvindo, parece estar mesmo a surgir um novo tipo de maternidade: as ambulâncias. Mas a culpa não será talvez desta política de saúde, mas sim do velho defeito dos portugueses (neste caso particular das mulheres) que deixam sempre tudo para a última hora

Quanto ao Ensino, basta atentar na inovação que é a “nova classe titular” dos professores (que não o são porque professores são os outros), para concluirmos que, agora sim, o insucesso escolar era. Mas esta excelência que é exigida aos professores parece que não é exigida aos responsáveis políticos do ME porque os recursos, que os professores não famigerado título tiveram que enviar, via NET, em pleno período de férias, ainda não tiveram resposta por parte do Ministério apesar de estar prometida para finais do mês de Agosto. Ou será que estão à espera que caia no esquecimento?! E assim começou o anos em umas centenas de professores (será ?) saberem exactamente o que são: se “digníssimos titulares” ou, tão somente, professores! providos do lectivo

Mas para que estes casos deixem de ser relevantes, o Ministério está a criar mais situações para dar que pensar à classe docente. O processo de regulamentação do ECD teve início com o ME a não ouvir minimamente os sindicatos que tentam, pela via negocial, minimizar o que as novas regras trazem de mais gravoso. O documento sobre a Avaliação de Desempenho é um dos exemplos gritantes de que este governo continua a reger-se por critérios economicistas que nada têm a ver com a qualidade do ensino.

Como todos sabemos, é impossível dissociar o insucesso e o abandono escolar das más condições de vida, dos baixos rendimentos, da precariedade de emprego que instabilidade no seio familiar, sem falar na pobreza que atinge patamares elevadíssimos. Mas não é assim que pensa o nosso Ministério. E para o provar basta verificar que, segundo o documento da avaliação de desempenho, dois dos parâmetros são precisamente: os resultados escolares dos alunos e a taxa de abandono escolar. Logo, parece que afinal…a culpa é dos professores e não das condições sociais. inevitavelmente geram

Mas, professores, não pensem que mesmo obtendo um “Excelente” na avaliação verão a vossa carreira progredir. Não! Seguidamente, terão que vencer uma barreira bem mais difícil: As cotas que o ME decreta para cada escalão. Se isto não tem a ver com poupar dinheiro à custa dos professores

E talvez não seja assim, pois verificando que temos menos escolas (em dois anos mais de 2.000) e menos professores (cerca de 35.000 docentes desempregados) a verdade é que o próprio serviço de estatística do ME afirma haver mais cerca de14.000 alunos este ano. Afinal: menos por menos sempremais! fecharam

Mas se as condições de vida e de trabalho dos portugueses têm vindo a degradar-se progressivamente – dados recentes da Eurostat confirmam que o desemprego aumenta e a precariedade atinge cada vez mais trabalhadores – as notícias dão também a conhecer que a concentração da riqueza é cada vez maior o que quer dizer que cada vez mais a ter menos e menos a ter mais.



0 comments



A Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais constitui em si uma inequívoca afirmação de confiança num País de progresso, equilibrado, com mais justiça social, soberano e independente. Num quadro de tão sentidas dificuldades e de horizontes sombrios sobre o País e as suas perspectivas de desenvolvimento, o PCP reafirma a sua firme convicção de que não só é possível como está nas mãos dos trabalhadores e do povo, a construção de um Portugal com futuro, assente num novo rumo e numa nova política, ao serviço do povo e do País, só alcançáveis pela ruptura com as políticas de direita que há três décadas comprometem o País e hipotecam as suas possibilidades de desenvolvimento.
O texto base da resolução da conferência encontra-se disponível em www.pcp.pt. Consulta o Avante! ou a página electrónica indicada para mais informações sobre reuniões e debates preparatórios.


0 comments


clicar na imagem para ver maior



Supondo que cada figura é um professor desempregado, indique quantos professores desempregados se encontram na imagem. R: _______

Multiplique o resultado obtido por 10. R: _______
Some mais 10%. R:_______
... e ao valor encontrado some depois mais 6%. R:_______
Multiplique novamente o resultado por 10.
Resultado final:_____
ESSE É O NÚMERO DE PROFESSORES DESEMPREGADOS


solução: 34.980


outros números

0 comments

600 euros /ano
é quanto gasta em média uma família portuguesa na educação dos seus filhos (para além do que já paga com os seus impostos)

80 milhões de euros
é quanto vai render às editoras o negócio dos manuais escolares (cujo aumento para o próximo ano já está acordado com o governo)

38%
foi a variação, nos últimos 5 anos, dos preços ao consumidor dos materiais escolares.

172 euros/mês
é o rendimento máximo per capita para que uma família possa ser sinalizada no escalão A da
Acção Social Escolar.

30%

é a percentagem de alunos que, em muitos concelhos, se encontram na situação anterior
- a correspondente ao escalão A (mais carenciados).

40.000
é o número de alunos que foram este ano excluídos do apoio da educação especial (graças à redução do conceito de necessidades educativas especiais a necessidades educativas especiais de carácter prolongado/permanente e ao conceito de deficiência)

50%
é a percentagem de redução dos docentesde educação especial.


“Artigo 73.º
(Educação, cultura e ciência)

1. Todos têm direito à educação e à cultura.

2. O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para
a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida colectiva.”

da Constituição da República Portuguesa


0 comments





0 comments



Colectivo

ښltimos

Arquivos

Links